:: Economia

Será?

Desafio à posição americana sobre Kyoto
O Presidente Bush deu novo alento ao esforço global no combate à mudança climática. Na Europa, o choque à rejeição precipitada de Bush do protocolo de Kyoto transformou-se em indignação. Sua rejeição também incentivou uma nova determinação para implementar o protocolo – mesmo sem os Estados Unidos.
(Christopher Flavin, 2001-09-14)

Postura Norte-americana

Bush abandonou a diplomacia contruida por Clinton para o Oriente Médio
A política norte-americana para o Oriente Médio mudou radicalmente quando o republicano George W. Bush substituiu o democrata Bill Clinton na Casa Branca. Enquanto Clinton se empenhava pessoalmente na busca de uma solução negociada para o conflito árabe-israelense, seu sucessor desmontou a estrutura diplomática que se ocupava da questão.

Porque EUA "rasgaram" os acordos internacionais?
"Para o governo Bush, ser o líder mundial significa ser capaz de fazer o que quiser quando quiser, sem restrições de tratados ou acordos multilaterais que possam limitar o consumo de recursos naturais, o poder militar ou insanas leis sobre posse de armas", escreveu, no dia 31 de julho, Thomas Friedman, respeitado articulista do jornal The New York Times. "Os EUA são descritos como um 'estado delinqüente' na Europa, quase tanto quanto o Iraque", acrescenta Friedman

Realidade Brasil

Consumidores economizam cada vez menos energia
O consumo de energia voltou a aumentar nos últimos dias, segundo dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). Nos últimos sete dias, a economia foi de 19,5% no Sudeste e Centro-Oeste, 17,9% no Nordeste e 20,9% no Norte. Considerando os 12 primeiros dias do mês, o resultado foi o de 18,9% de economia no Sudeste e Centro-Oeste, 18,1% no Nordeste e 20,4% no Norte.
(Folha Online, 2001-09-15)

Financiamento Corporativo - Fontes e Recursos
As corporações compram e vendem derivativos para proteção à exposição aos riscos existentes, tais como flutuações nos preços do commodities, taxas internas e taxas de trocas internacionais. Os derivativos podem incluir opções de troca, futuros, antecipações e trocas.
(Ivan Pricolli Calvo, 2001-09-15)

Tendências?

Economistas sugerem calote planejado para países em crise
Calote construtivo. É assim que alguns economistas americanos estão defendendo a tese de uma espécie de moratória programada, como a única e última saída para estancar a crise crônica que toma conta dos países emergentes. A agonia da economia argentina, com seu desfecho ainda imprevisível, colocou o tema do default em debate - algo até então tratado como tabu no meio econômico.
(Valor, 2001-09-10)

Orçamento Participativo: Uma Metodologia em Ascensão
O Orçamento Participativo tem como principal objetivo ser um instrumento de democratização, ou seja, assegurar a participação direta da população na definição das principais prioridades para os investimentos públicos. Essa nova experiência de participação popular procura romper com a tradição até então existente, de apenas os governantes tomarem suas decisões, deixando os interesses da população de lado.
(Fábio Chagas Orsi, 2001-09-10)

Opinião

E alguém tem back up das vidas?
Ou os trabalhadores acordam para o significado da política norte-americana, que é a expressão bem acabada do atual estágio do capitalismo, e percebem que as dores que sentem agora outros tantos povos (de fato oprimidos pela miséria sempre lucrativa) já sentiram ou vão entrar na guerra a favor do capitalismo do Senhor Bush dando-lhe apoio quem sabe para uma nova pujança econômica oriunda, sobretudo, da indústria bélica.
(Gislene Bosnich, 2001-09-14) 

O dia da estaca zero. O centro virou periferia
O medo e a insegurança tão próprios do american way of life. E porque isso significará só (ainda que seja muito, repito) uma era Bush de armamento, de uma "gloriosa" nova época de investimentos militares e anti-terroristas, capazes até de catapultar novamente os EUA a um crescimento econômico que não se esperava antes do 11S (lembrem-se desta data, crianças. Porque 11 de setembro entrou para a história)
(Marcelo Estraviz, 2001-09-15)

Economistas dizem que os atentados já empurraram o mundo para uma recessão
A tragédia do World Trade Center pode ter sido o empurrão que faltava para jogar os EUA e, por extensão, o mundo, numa grave crise mundial. Economistas de grandes bancos já calculam que os atentados em Nova York e Washington podem custar nada menos que três pontos percentuais do PIB no terceiro e no quarto trimestres à economia norte-americana.
(UOL Economia, 2001-09-15)

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