:: Economiabr.net - outubro de 2001 - edição n.03

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:: Economia

Redução de custos de mundo globalizado
No atual mundo globalizado, de abertura de mercado, das quedas de barreiras alfandegárias e da formação de blocos econômicos, aliados à lei da oferta e da procura, da livre iniciativa e da economia perfeita, a competitividade dos produtos fica mais do que nunca atrelada ao seu custo final. Daí a enorme importância de se investir em programas voltados a reduzir os custos de produção. 
( Fernando Gomiero, 2001-10-22)

Uma nova (des)ordem mundial?
No passado, Guerra Fria. Na atualidade, Guerra Santa. Ontem, Sadam Hussein contra George Bush pai. Hoje, Bin Laden contra George W. Bush filho. No passado não muito distante, bomba atômica. Nos dias mais do que atuais, bombas biológica e química. Ontem, o inimigo era conhecido e fixo. Hoje, o inimigo é desconhecido e móvel. Será isso tudo é uma nova desordem mundial?
(Marcus Eduardo de Oliveira, 2001-10-22)

A independência operacional do Banco Central Brasileiro
Já está no Congresso Nacional, um projeto propondo a independência operacional do Banco Central. A proposta é dar autonomia à entidade, no que se refere à política monetária (juros, compulsórios, emissão de títulos). Já ao Ministério da Fazenda competiria a definição de metas inflacionárias e a política cambial.
(Fernando Gomiero, 2001-10-22)

:: Mundo

Greenspan diz que política monetária não evita a recessão
O presidente do Fed, Alan Greenspan, admitiu  que a política monetária não pode alterar radicalmente o ciclo econômico dos Estados Unidos. No depoimento que faz periodicamente à Comissão Econômica Mista do Congresso, Greenspan reafirmou sua confiança nos fundamentos da economia do país, mas disse que há muitas incertezas no curto prazo.
(Economiabr.net, com informações do The Financial Times*, 2001-10-22)

BID prevê período difícil para AL, com recessão e recuos na estabilização
O presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Enrique Iglesias, disse que a América Latina está entrando num dos períodos mais difíceis dos últimos anos. Os riscos não são apenas de recessão ou de crescimento do desemprego, mas de um recuo no processo de estabilização macroeconômica e de reforma estrutural iniciado na década passada. O banco aponta a educação e a qualidade das instituições como as duas áreas mais críticas no Brasil
(Agência Estado, 2001-10-20)

México deve aprovar a sua maior reforma fiscal
O Congresso mexicano deve aprovar até o fim deste mês ou, no máximo, até o início de novembro a maior reforma fiscal da história do país. A proposta de reforma do presidente Vicente Fox traz 17 mudanças substanciais, entre elas a redução da taxa máxima de impostos sobre a renda de 40% para 32% e o combate à sonegação fiscal, superior hoje a 60%.Entretanto, . boa parte da população, entretanto, vê com reservas a proposta e diz que ela beneficiará somente os mais ricos. 
(Agência Estado, 2001-10-20)

:: Trabalho

Como prosperar em momentos difíceis
Quando tudo vai bem no Brasil, sempre acontece alguma coisa que parece fazer tudo piorar de novo. Quando não é a crise asiática, é na Rússia ou na Argentina. Bolsa cai, dólar sobre, inflação uma incógnita... agora até energia elétrica parece que vai faltar. O PIB que ia crescer 4% já está nos 1,5%... e olhe lá. Será que vamos ter que apertar os cintos novamente? Será que ainda temos furo sobrando no cinto?
(Raúl Candeloro,2001-10-22)