Janeiro de 2002 - edição n.01

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:: Economia

Capitalista Otimista
Tudo bem! Basta de romantismo! Chega de achar que o ar e a água estão poluídos! Chega de achar que educação, saúde e condições decentes de vida são direitos universais! De hoje em diante vou ser um capitalista otimista.
(César Boschetti, 2001-12-08)

2001: uma odisséia brasileira
Parece ironia, mas desde o final do Governo Juscelino o Brasil não viveu nenhum ano de estabilidade. No início, os problemas aparentes estavam centrados em crises políticas e inflacionárias. Pois bem, na década de 80 reconquistamos a democracia e nos anos 90 a estabilidade de preços. Porém, ao contrário do que muitos pensavam, estes dois elementos não resultaram em prosperidade nacional.
(Eduardo Starosta, 2002-01-01)

O Brasil têm o custo da mão de obra mais barato da América Latina.
Para elaborar o ranking, foram  avaliadas estatísticas relacionadas a oito categorias: custos trabalhistas, viagens de negócios, custos para pessoal expatriado, impostos cobrados de empresas, níveis de corrupção, aluguel comercial, telecomunicações e custos de transporte.
(The Economist, 5/01/2002)

O euro, você e o dólar
O euro passou a circular na virada do ano, como moeda nacional e internacional ao mesmo tempo, em 12 países da União Européia. Li sobre o assunto, e aqui vai o que achei mais interessante e útil para nós, brasileiros.
(Roberto Macedo, 03/01/2002)

:: Mundo

Boas da Malásia
Longe dos holofotes, a Malásia, nossa velha companheira de farra, em rota de submersão, resolveu infringir as regras de boa conduta do FMI e cometeu o que há de mais herético no mundo das finanças internacionais: o controle de capitais (...) desobrigada de disputar a juros os aflitos capitais internacionais, a Malásia teve o êxito de escapar da ciranda viciada que empurra economias “emergentes” a se endividarem cada vez mais, quanto menores forem as suas condições de saldar seus compromissos externos. Graças ao controle de capitais, a Malásia pôde retomar o crescimento econômico sem ter de comprometer outros fundamentos importantes de sua economia
(Marcelo Manzano, 03-01-2002)

Inovação tem preço que precisa ser pago
Empresas japonesas valorizam patentes e os empregados que desenvolvem inovações estão ganhando dinheiro e respeito. As empresas não estão mudando apenas para evitar processos. Agora que os empregados ganharam mais mobilidade, os empregadores querem manter os melhores engenheiros e cientistas. Com a economia em recessão, os fabricantes precisam deles para acrescentar valor aos produtos e trazer novas idéias. 
(The Economist, 6/12/2001)

:: Digital

China encerra mais de 17 mil cibercafés
As autoridades chinesas avançaram com o encerramento de mais de 17 mil cibercafés por não bloquearem devidamente certo tipo de conteúdos.
(InfoDesktop, 2001-12-30)

EUA já possui localizador de celular
A Verizon Wireless está comercializando o primeiro celular com acesso ao E-911, um serviço que permite localizar o autor de uma chamada em situações de emergência.
(Reuters, 05/01/2002)

Internautas gastaram mais em 2001
Ainda há muito chão pra caminhar, mas o e-commerce brasileiro vai bem, obrigado. Esta foi a principal conclusão do estudo feito pela e-bit - especializada em pesquisa e marketing online - com mais de 27 mil internautas.
(TCInet, 05/01/2002)

Mulheres compram mais na Net
Pela primeira vez nos Estados Unidos as mulheres superaram os homens nas compras on-line sendo responsáveis por 58% das compras na Internet, durante a época de Natal.
(Reuters, 05/01/2002)

Internet é uma importante fonte de educação e informação
Mais de metade dos internautas americanos consideram a Internet como uma fonte de informação e educação primordial. De acordo com uma pesquisa elaborada pelos SBC Internet Services e apresentada no eMarketer, apenas 19% dos 600 entrevistados referiu que primeiro consulta bibliotecas e só depois a Internet quando procura informações específicas.
(eMarketer, 06/02/2002)

:: Trabalho

Procure emprego pela internet
Milhares de jovens estudantes e profissionais de todas as áreas de atuação estão apostando no potencial da Internet como arma de conquista de empregos e estágios. E dados comprovam que não é uma aposta infrutífera.
(Economiabr.net, 06-01-2002)

Os jovens e o mercado de trabalho. Uma análise entre o Brasil e o EUA.
Duas pesquisas, duas realidades. Mais de metade dos jovens brasileiros estão desempregados, mas ainda assim mostram otimismo; os jovens norte-americanos têm empregos à disposição, e claro, só podiam estar também otimistas.
(Joaquim Maria Botelho, 06-01-2002)

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