Artigos Temáticos ::  Mercado de trabalho

O quebra-cabeças do desemprego
A taxa de criação de novos empregos diminuiu na década de 90 para uma média de 2,8% ao ano, cerca de meio ponto porcentual abaixo da taxa dos anos 80. E apesar das taxas de crescimento econômico mais altas experimentadas pela maioria dos países latino-americanos, o desemprego na verdade aumentou, de uma média regional de 6% nos anos 80 para cerca de 8% na década de 90.
(Paul Constance, 2002--01-27)

O começo do ano é a melhor época para procurar emprego
Quem procura emprego não deve tirar férias, nem no meio e muito menos no final do ano, imaginando que as empresas param de contratar nesse período. Ao contrário, é justamente nesses meses que as empresas costumam efetuar mudanças e contratações planejadas durante todo o ano.
( Carreira & Sucesso, 2002-01-16)

Desemprego entre os jovens cresceu 194,8% na década de 90
A exclusão do jovem do mercado de trabalho é resultado de uma política econômica que não favorece a criação de empregos e as vagas destinadas ao jovem passaram a ser ocupadas pelos adultos experientes, que não têm opções e se dispõem a ocupar esses cargos.

Alemanha apresenta plano emergencial contra desemprego
O plano prevê principalmente o funcionamento de um sistema no qual as pessoas que ficam muito tempo sem emprego ou que vivem da ajuda social recebam uma subvenção no caso de aceitarem um trabalho de baixa remuneração

Como conservar o emprego em tempos de crise
Não existe uma fórmula mágica, mas há várias maneiras de manter uma boa imagem e diminuir os riscos de despedimento.É também importante, segundo Kagan, perceber quais as áreas da organização que vão manter-se mais estáveis ou crescer, e deslocar-se para elas, evitando aquelas que poderão mais facilmente ser alvo de um redimensionamento.
(Newsbytes, 2002-02-02)

Desemprego em 2002
Será que existe mercado de trabalho para todos esses formandos? E a resposta  pode ser resumida nas palavras de Márcio Pochmann, em entrevista ao Jornal Folha Dirigida, Edição Nacional, 7 a 13 de janeiro de 2002, página 9, onde "aqui na cidade de São Paulo nós temos mais desempregados de nível universitário do que analfabetos. São 44 mil desempregados com nível universitário e 25 mil analfabetos".
(Ricardo Dalla Costa, 2002-02-15)

Estudo revela mudanças no mercado de trabalho na América Latina.
O emprego fixo, registrado em carteira profissional, vem sendo substituído pelo trabalho de curto prazo, em que as habilidades do trabalhador são o que mais pesa; e que a tendência internacional é terceirizar a maior quantidade possível de funções, desde a venda até a fabricação dos produtos.
(Carreira & Sucesso, 2002-02-25)

Os jovens e o mercado de trabalho. Uma análise entre o Brasil e o EUA
Duas pesquisas, duas realidades. Mais de metade dos jovens brasileiros estão desempregados, mas ainda assim mostram otimismo; os jovens norte-americanos têm empregos à disposição, e claro, só podiam estar também otimistas.
(Joaquim Maria Botelho, 06-01-2002)

Procure emprego pela internet
Milhares de jovens estudantes e profissionais de todas as áreas de atuação estão apostando no potencial da Internet como arma de conquista de empregos e estágios. E dados comprovam que não é uma aposta infrutífera.
(EconomiaNet, 06-01-2002)

O Brasil têm o custo da mão de obra mais barato da América Latina.
Para elaborar o ranking, foram  avaliadas estatísticas relacionadas a oito categorias: custos trabalhistas, viagens de negócios, custos para pessoal expatriado, impostos cobrados de empresas, níveis de corrupção, aluguel comercial,  e custos de transporte.
(The Economist, 5/01/2002)

A síndrome do desemprego
A vida do trabalhador e da sua família é estruturada de tal forma que o trabalho faz parte do dia-a-dia, da rotina, passando a ser incorporado nesta, sendo desencadeadas uma série de atividades a partir desta estrutura. E no momento da demissão toda esta estrutura é abalada, começando a surgir os mais variados tipos de problemas